Marmelada Branca de Odivelas
  • Elsa Pereira da Silva



"Por vezes fêmea, por vezes monja.
Conforme a noite. Conforme o dia "...

Natália Correia




Marmelada branca de Odivelas



Em cada mordiscadela se contemplam mais de 700 anos de história e estórias, de lendas e mistérios, de pecados e remissões, de confissões e perdões, de amores e desamores. Deixe-se tentar.
A Marmelada branca de Odivelas nasce no Mosteiro de São Dinis e São Bernardo de Odivelas, fruto do saber aprimorado pelas monjas Bernardas, ao longo dos séculos, distinguindo-se pela cor branca e pelo maior sabor a fruta.
Exclusivo de Odivelas este doce branco celestial era oferecido a convidados e a visitantes, tradicionalmente na forma de pequenos cubos, que se levavam à boca e se comiam como se de um bolo seco se tratasse.
A marmelada destinada à venda era embalada numa caixa de cartão que incluía um poema.
Entre muitos segredos entre quatro paredes guardados, as religiosas, exímias na confeção da Marmelada branca, permitiram que o testemunho da autenticidade da marmelada produzida noutros tempos chegasse aos nossos dias; chegasse às nossas mesas – hoje, Marmelada branca de Odivelas.

Este legado das monjas Bernardas resistiu à extinção das ordens religiosas em 1834. A receita original chegou até aos nossos dias através de um caderno de receitas deixado pela última Monja, D. Carolina Augusta de Castro e Silva, que faleceu em 1909, à sua afilhada – D. Virgínia Adelaide Simões dos Santos.

Ao passar para a sociedade civil, a receita da marmelada foi sendo cada vez mais difundida, passando a confeção desta iguaria a ser produzida e comercializada por fabricantes locais.



Produtos e Iguarias Caseiras

de Elsa Pereira da Silva



Pub

Pub

Pub






Dica Você abriu uma garrafa de vinho..

Você abriu uma garrafa de vinho, mas ela não foi totalmente consumida. O que fazer? Como guardar? Aqui vai: Se o vinho for branco, guarde a garrafa aberta no frigorífico, mas não deixe muitos dias. Saiba que o vinho branco depois de...veja mais!